Aparecida Cândida Vieira Silva, moradora da Vila Real, aprovou o Programa Zera Fila lançado pela Prefeitura no ano passado
Aparecida Cândida Vieira Silva, moradora da Vila Real, aprovou o Programa Zera Fila lançado pela Prefeitura no ano passado
A Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, conseguiu reduzir R$ 462 mil com o transporte de pacientes no ano passado em comparação ao ano de 2018. A redução aconteceu depois que o município assumiu grande parte do serviço que era terceirizado. O recurso é investido no pagamento de prestadores de serviços e ainda despesas com combustível e alimentação.
Em todo o ano passado, foram transportados 83.441 pacientes para hospitais e clínicas para outras cidades para tratamento especializado como de hemodiálise, câncer, fisioterapia, entre outros. Entre as cidades que mais receberam pacientes de Franca estão: Ribeirão Preto, São Paulo, Barretos, Ituverava e Pedregulho. Para esta última foram transportados principalmente os pacientes para a cirurgia de catarata a partir de um convênio firmado entre a Secretaria de Saúde de Franca e a Santa Casa de Pedregulho.
Vigilância Ambiental faz trabalho para localizar foco do mosquito da dengue
O ano de 2019 fechou com mais de 10 mil casos de dengue em Franca
A Prefeitura, por meio da Vigilância Epidemiológica e dos demais setores da Secretaria de Saúde, realiza campanha de alerta de riscos de ‘acidentes’ com morcego. São animais que transmitem diversos tipos de doenças, destacando a raiva que é uma das mais graves. E nesta época do ano tendem a aparecer com mais frequência.
Segundo as informações da Secretaria Municipal de Saúde, pelos registros de atendimentos, as reclamações sobre o aparecimento de morcegos já começaram a aumentar, pois com os fogos do final de ano, eles saem de seus habitats naturais e procuram abrigo nas casas. E com o objetivo de informar a população de maneira a se manter atenta aos perigos e como proceder nos casos do aparecimento dos morcegos, a Vigilância está divulgando algumas dicas de como prevenir acidentes. Eles não devem ser eliminados, pois tem a proteção de legislação federal, ou seja, matá-los caracteriza crime ambiental.
Ao localizá-los, a recomendação é realizar o desalojamento sem exterminar a colônia, providenciando a vedação do abrigo com esponjas, panos ou espuma. Deve-se procurar as entradas e saídas do abrigo, observar ao entardecer o número que saem e após a evasão deles, vedar provisoriamente a saída. E no dia seguinte, antes do escurecer liberar a vedação para permitir a saída daqueles que não saíram na noite anterior. E por fim fazer a vedação em definitivo, com o cuidado de não fazê-lo em período de reprodução (primavera e verão), dado o risco de morte dos filhotes.
Outra orientação é nunca colocar a mão sobre o animal, pois para se defender ele pode morder. Mas em caso de mordida a primeira providência é lavar o local com água e sabão e procurar atendimento médico imediato. O mesmo se aplica em caso de acidente com algum animal de estimação, que precisa ser vacinado para raiva. Para apanhá-los, recomenda-se jogar um pano em cima do morcego e colocar uma caixa ou balde de cabeça para baixo, acionando a Vigilância Ambiental para eu seja feita a captura segura.
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